Batman: Arkham Knight – Um review em forma de considerações

Novamente, sem essa de iniciar os motores, porque falar do jogo Batman: Arkham Knight sem soltar algumas lágrimas torna-se muito complicado.

  1.    Gráficos lindos e uma jogabilidade para ninguém colocar defeitos.
  2.    A despeito do roteiro parecer algo batido, dado que o vilão sempre tem um grande plano no final das contas, aqui nós temos um ainda pior que os anteriores. E isso não é pouca coisa.
  3.    Alguns momentos do jogo nos proporcionam reflexões muito duras a respeito de algumas questões. Geralmente, jogos não fazem isso comigo, mas esse conseguiu me deixar deprimida imaginando até onde podemos ir por aquilo que achamos ser o certo.
  4.    Perto de um certo professor louco que aparece nesse jogo, até o Espantalho consegue parecer normal. Vocês não tem ideia de onde a barbárie desse vilão chega. Anotem isso: Professor Pyg.
  5.    Mesmo morto desde Batman: Arkham City, o Coringa ainda é um senhor causador de problemas. Meu Deus, a coisa nesse jogo toma uma proporção tão monstruosa que é impossível de calcular.
  6.    O que a Hera Venenosa (AKA Pamela Isley) faz para salvar Gotham nos deixa tristes e ao mesmo tempo sensibilizados. A mãe natureza sempre vence.
  7.    Quando você acha que a cara de pau do Charada não consegue ficar maior, eis que ele supera a expectativa.
  8.    Duas Caras e Pinguim sempre sendo os mesmos bastardos. E eu amo isso.
  9.    Arlequina sendo ela mesma. Medo.
  10.    Espantalho (AKA Jonathan Crane) mostrando o quão baixo ele é capaz de chegar. O plano dele é a coisa mais repugnante possível. O pior? Isso dá certo. Nunca fiquei com tanto ódio ao terminar um jogo.
  11.    Arkham Knight sendo alguém que muitos fãs conhecem. Interessante, talvez um pouco previsível, mas ainda sim eu adorei. E mostrou muito bem como o Coringa, mesmo ausente, ainda consegue deixar a sua marca.
  12.    Eu sou a vingança. Eu sou a noite. Eu sou o Batman! Kevin Conroy completamente divando ao novamente dublar o personagem após vários anos de ausência. Simplesmente maravilhoso!
  13.    O final verdadeiro do jogo nos deixa com um nó na garganta. E se perguntando o que vem depois. Uma resposta que só os fãs podem elaborar, pois nesse jogo a saga Arkham termina. E ela acaba da forma mais perturbadora possível.
  14.    Um jogo inesquecível. Cheio de momentos tristes, assustadores, loucos, ternos, perturbadores. Uma excelente obra que merece ser apreciada em todo o seu potencial.
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