“Kaori 2 – Coração de Vampira” ou A teimosa dama perfumada chegou para ficar II: Ela é A poderosa

Bem amigos da Rede Globo… (Lady, favor parar com as piadinhas toscas. E não, você não é o Galvão Bueno.)…

Cheguei, enfim, ao final da continuação do primeiro Kaori, que tem por título Kaori 2 – Coração de Vampira, da titia Giulia Moon, que novamente me surpreende com a vampira japonesa mais super de todos os tempos. Não pretendo dar spoilers, então acho que essa resenha vai ser mais curta, porque nunca vi uma sucessão de fatos ser tão espantosa como a que foi no primeiro livro. (Me senti andando de montanha-russa de tão tonta que fiquei em alguns pontos.)

A história se inicia com um prólogo no melhor estilo “começo de Resident Evil”, onde vemos um bando de criaturas saindo do cemitério São João Batista. Isso é apenas o começo do que viria a ser a trama do livro: uma praga sobrenatural se manifestando com força e deixando todo mundo “pra lá de Bagdá” de tão doido. (Adendo: eu fiquei esperando aparecer o Chris, a Jill, a Claire, o Leon ou qualquer personagem da franquia. E barra de energia, munição, armas e todos os comandos possíveis de controle de Play Station.)

No meio dessa sobrenaturalíssima confusão, tanto os vampiros quanto o IBEFF querem descobrir o que é essa doença que anda enlouquecendo a fauna sobrenatural. Mais alguém se enfia no meio dessa confusão: alguém que decididamente poderia estar no rol de mais letais inimigos do Doutor. E podia até ser vilã da Marvel ou DC se fosse americana. Não direi quem é porque todo mundo já sabe. Admito: ô criatura que tem uma determinação dos diabos.

Ao mesmo tempo, bem no começo, Kaori conhece alguém que mexe com ela, mesmo a danada nem sabendo como: Yoshi, um hábil e sedutor host japonês mestiço que acabamos descobrindo ter um inesperado segredo. O que explica muito sobre como a nossa amiga perfumada se deixou levar tão intensamente.

Durante a senhora confusão, vamos descobrindo bem aos poucos o que é a doença e vemos o Felipe, antes o cara perigoso do primeiro livro, agora tendo que se redimir depois de todas as besteiras que fez. Ele não deixou, porém, de ser o arrogante irritante e fica de birra e discussão com o Samuel a maior parte do tempo apesar de um detalhe estar fazendo a diferença e depois outro, que me laçou de surpresa. Ô titia Giu, quanta genialidade! Quem quiser saber, eu só digo: spoilers. (River Song é minha diva.)

Ao mesmo tempo, descobrimos que alguém comanda um local muito peculiar e que o “alguém-que-eu-me-recuso-a-dizer-o-nome” frequenta, mas acaba deixando uns prejuízos altos e é lá que ocorre a última parte da história, epicamente digna de um legítimo e maravilhoso jogo de “Resident Evil”. (Meu namorado jogou o cinco comigo. E eu adorei.)

O final deixou perguntas para trás, mas uma em particular foi respondida e outras duas me martelam nas ideias: qual sentido do presidente do IBEFF agir desse modo? Por que se esconder? Porém, nada de respostas, até agora. Só mesmo quando sair o Kaori 3, só a autora sabe quando. Espero para este último livro uma épica batalha e as respostas que ainda não vieram. Até lá, lerei “Kaori e o Samurai sem Braço”.

Kaori 2 é altamente recomendado para quem adora uma aventura vampiresca sobrenatural. Pessoal que ainda não leu o 1 e o 2, corram, comprem e leiam, pois não irão se arrepender!

Até a próxima. Tenho que correr. Dessa vez quem me chama é o senhor Alfredo Le Pera. E ai do meu pescoço se eu não for ao seu encontro.

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